♦Causa:
Na maioria das vezes, não tem uma causa específica. A idade avançada, a exposição ao sol e as próprias características genéticas do animal e da sua raça podem aumentar as chances de desenvolver.

♦Raças mais afetadas:
Em cães, as raças Boxer, Golden Retriever, Poodle, Pastor Alemão, Pitbull e Barnese. Já os gatos são afetados de forma mais homogênea, independente da raça.

♦Tipos mais comuns de câncer:
O câncer de mama é o que mais atinge cães e gatos.
Em segundo lugar vem o câncer de pele, comum em cães com mais de 8 anos e em gatos de pelagem branca.
E por fim, o linfoma, tumor que se desenvolve nos gânglios (elementos distribuídos ao longo do corpo, parte do sistema linfático) de cães e, principalmente, de gatos.

♦Sintomas:
Os sintomas são muito variados, dependem muito do local e do estágio em que se encontra o tumor.
Infelizmente, a presença do câncer pode ser silenciosa, os sinais podem surgir nos estágios mais avançados da doença e, até mesmo, nunca chegar a “aparecer”. É por isso que os exames periódicos, como o check up veterinário, são tão importantes.

♦Meu pet foi diagnosticado com câncer, e agora?
Os tratamentos existentes para o câncer em cães e gatos podem ser de dois tipos: paliativo ou curativo.

O tratamento paliativo visa minorar o sofrimento do animal, quando não há perspectiva de cura. O objetivo é aliviar a dor, corrigir disfunções que comprometam a qualidade de vida do bichinho. Pode também envolver cirurgias, no caso de obstruções de qualquer natureza ou dor intensa. A eutanásia é recomendada nos casos em que o tratamento paliativo não consegue minorar o sofrimento do animal e esse tem a sua qualidade de vida comprometida, mesmo com os cuidados médico-veterinários.

O tratamento curativo pode envolver cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia. A cirurgia, quando possível, é o melhor tratamento e oferece maior índice de cura (com exceção para as doenças do sistema hematopoiético). Essa deve não só remover o tumor maligno, mas também o tecido aparentemente são em volta dele, inclusive os gânglios linfáticos próximos à lesão.

A orientação do médico veterinário é muito importante! Por isso sempre leve seu pet para consultas regulares, para o veterinário monitorar a sua saúde.

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